maio 13, 2009
Povo educado causando boa impressão
Só pra deixar anotado mais um exemplo do PutzEgo dos ditos 'ricos' criciumenses. Estava eu andando de skate no bairro onde moro, numa rua de mão única, onde assim posso manter o controle da situação e não atrapalhar o tráfego. Pois quando olho para traz vejo um Ford Fusion (não anotei a placa...droga!) na CONTRAMÃO atrás de mim, propositalmente reduzo minha velocidade, e tomo uma buzinada. Ora! onde já se viu, com que direito o proprietário do Fusion perturba minha paz? Direito do dinheiro? Direito do carro do ano? E se não bastasse, ao fazer a curva entrou em outra contramão...
CARA MEU FILHO NÃO VAI MORAR AQUI, É O QUE EU TENHO A DIZER!
educação, cultura e arte... cadê?
A crise dos cachorros - parte II
Que bom se fosse só isso...
PutzGraça injetou RedBull em sua veia investigativa e descobriu coisas alarmantes. Muita gente tem raiva de cachorro em Criciúma. Percebemos em nossa investigação que existe organização na raiva. Há uma facção (não, não de roupa) com ramificações em vários grupos representativos da cidade, como a moribunda Guerrilha Jovem, as Pervas do BC (Boulevard Cafe), os GLT's da Centenário, os Carroceiros do Centro, entre outros, que têm como opção sexual ferrar (do francês foder) com os cachorros. Se possível, com luta armada. O líder dessa organização é um ex-pintor de ascendência austríaca, autor do livro Minha Luta contra os Cães (Mein Kampf gegen Hunde, no original), onde ele defende a "solução final" para a questão cachorraica.
Confira algumas premissas dessa obra de arte dos diabos:
Fase 1
- Sequestro de animais para desová-los dentro de sacos em regiões afastadas (já em andamento na cidade);
- Criar em Criciúma um polo de sabão;
- Espetinho de gato: promover o consumo, em todo evento esportivo, providenciando ao mesmo tempo a substituição da matéria-prima;
- Solicitar aos Laboratórios Búrigo, Dal Pont e Unimed o desenvolvimento e procriação de um Influenza C (vírus de gripe canina) com efeito direcionado aos próprios bichos.
Fase 3
- Criação de campos de concentração (que terão o nome de Centro de Zoonoses) equipados com fornos crematórios com capacidade compatível com a população (canina);
- Direcionar os subprodutos
das chacinasdos abates (sabão, pelos - para travesseiros, dentes - para colares) para a população carente. Isso aliviaria eventual pressão da mídia.
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P.s.: Vimos aqui, nesta segunda reportagem, o lado anti-cachorro. No próximo e último capítulo, veja o que os cães podem fazer para escapar do pior.
maio 12, 2009
Esposas perdulárias
Viram o Fantástico domingo? Querem ver uma parte agora (podre essa(!))? Deram R$ 200 pra uma guria e mandaram ela às compras. Era um teste, pra ver quanto rendia. Ela foi e voltou com duas calças jeans, um blusinha, um par de sandália, bijuterias e ainda sobrou dinheiro pro ónibus da semana. Pois é. Um putzgracento estava fazendo palavras cruzadas e espiando as reações da própria esposa enquanto rolava a reportagem. Os olhos dela brilhavam. De raiva.- Essa maluca - rosnou ela, - nem na Henrique Lage tem coisa desse preço.
É meus amigos. Diferença de classes. Isso que ela não é da turminha das locomotivas, galáticas e muito menos das lulus (fala baixo).
Sabe o que ela falou quando fechou o quadro?
- Com duzentos não dá nem pra primeira prestação de uma calça Diesel...
O putzmarido pensou:
- Se for uma Flex ela vai precisar crédito pessoal...
Podre essa também. Tudo bem.
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maio 11, 2009
O abstêmio

Chegou assim:
"Caríssimos amigos, este blogueiro participa que está iniciando hoje (11), cruzada "irreversível" de 30 dias de total abstinência de álcool, assim como de todas as bebidas que o contenha. Até água mineral será moderada. Há quem não acredite muito que isso vá até o fim (inclusive o próprio blogueiro bebaço). Pede-se, portanto e de qualquer forma, a gentileza de evitar convites para ágapes, happy hours, orgias e afins, para evitar a tentação. Obrigado."
maio 10, 2009
maio 09, 2009
A crise dos cachorros - parte I
Há uma proliferação canina tão desenfreada em Criciúma que os amantes dos animais estão se sentindo acuados. O povo em geral quer ações mais incisivas. Sugeriram castração para cães varões. Calma lá. Antes de castrar temos que discutir a relação. Não é assim, já vai castrando. Bicho também é gente. O problema é grave mas tem que ser tratado. São 7.000 pobres coitados perambulando sem dono, grande parte deles, verdadeiros garanhões, transando sem controle. Aí está o ponto G da questão. O que está acontecendo com os cães é, na verdade, um problema sexual muito conhecido na própria sociedade racional. Dentro desses 7.000 existem uma maioria significativa de cachorras safadas, com perdão do pleonasmo, que simplesmente acha todo cachorro um gato e parte pra cima (ou pra baixo). Sai matando. E quem poderia controla isso? Os .
maio 08, 2009
A crise dos cachorros

Cumprindo nossa linha editorial com forte influência globorrágica, estaremos produzindo nesta semana uma série de reportagens especiais para tratar de um problema que aflige a população criciumense: a superpopulação de cachorros de todo tipo, de rua, socialites, cachorrões, cachorras de todo tipo. Não perca.
maio 07, 2009
Terminologia na alta
maio 06, 2009
O negócio das lombadas eletrônicas
Multa dá lucro? Numa recente reunião da Criciúmatrans, autoridades se pegaram analisando quais lombadas eletrônicas deveriam ser extintas, tudo "porque não estão dando lucro". (da coluna de João Paulo Messer, JM de 05.05.2009).
É por isso que a iniciativa pública é tida como incompetente, pra não dizer outra coisa. Tem que buscar mais inspiração na privada.Colocam uma lombada, deixam ela ao deusdará e querem que dê lucro sozinha? Absolutamente não é assim que as coisas funcionam. Um cursinho qualquer de vendas, por correspondência até, ajudaria. Daria a eles dicas importantes para incrementar o negócio. Tipo as que Putzgraça adianta agora(*):
- Crie bonificação que estimule o infrator - tipo a cada 10 multas, uma é grátis
- Estabeleça um prêmio maior que estimule a cobiça, específico por lombada. Ex.: se você for o centésimo a ser multado leva a bolada
- Campanha publicitária - divulgue quais lombadas precisam ser rentabilizadas, isto é, divulgue na mídia quais lombadas estão há mais tempo sem pagar o prêmio cobiçado
- Faça uma campanha subliminar que privilegie a velocidade. Plante nas imediações outdoors com imagens da Fórmula 1, jatos supersônicos, etc
- Fidelize o cliente. Pratique o pós-multa. Ligue após cada notificação parabenizando-o pelo evento e lembrando-o que na próxima ele pode ser sorteado
- Busque a satisfação do cliente. Lembre-se: cliente satisfeito é cliente que corre mais
(*) Por nossa assessoria reivindicamos isenção de pagamento das primeiras 150 multas, sem prejuízo de concorrer aos prêmios respectivos.
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maio 05, 2009
Criciúma - uma droga traz a outra

Enquanto no Brasil e em outros países se discute a não criminalização da maconha, um relatório divulgado pela ONU, afirma que a droga funciona como uma porta de entrada para outras drogas. Vale lembrar, na verdade, que a primeira droga, o começo de tudo, é o velho e bom cigarro temperado com uísque ou vodka. Depois vem o pior.
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Que sirva de alerta. Primeiro trouxemos o Roberto Jefferson, político corrupto que se fosse droga seria um Derby (cigarro de estivador) com doses garrafais de uísque ruim e vodka péssima. Veio dar palestra aqui e foi aplaudido de pé. Agora vem o Belo, preso, condenado por associação ao tráfico, formação de quadrilha, o escambau. O Belo, mais barra pesada que o Jefferson, seria maconha se fosse droga. Pois o Belo está vindo pra cá trazer a droga da música dele bem como o lindo exemplo que ele próprio representa como pessoa. E vai estar assim de lulus e garotões aplaudindo ele de pé.
O relatório da ONU parece feito para Criciúma. Jefferson na pele de um cigarro com overdose de uísque ou vodka primeiro, Belo canabis (que todos em PutzGraça consideram intragável) em seguida e... o que virá depois? Fernandinho Beira-Mar? Palestra com o PCC Marcola?
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O pior é que não adianta falar. Quando o vício domina, o velho papinho "essa droga só vai te trazer vergonha" causa menos efeito que a própria. Se ficarmos só no Belo tá bom, pelo menos no caso dele parece que a justiça já está aliviando.
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maio 04, 2009
Salvaro perde maioria na câmara
Deu no A Tribuna. O PMDB diz que está assumindo posição independente e que será aprovado agora só "o que for bom para a cidade". Em resumo: dos nove votos fechados com o governo, sobraram três. A partir de agora, para aprovar qualquer proposta será mais complicado. Na oposição, continuam os dois votos fechados. Os demais estão em posição "pendular". Sem compromisso.
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Traduzindo: Aí tem. Tem maracutaia. Pediram alguma coisa e não levaram. "O que for bom para a cidade", no bom politiquês que PutzGraça domina e abomina, é o que for bom para eles. Imaginem que o articulador da "independência" do PMDB é Eduardo Moreira, realmente grande articulador, mas em causa própria. Ele é o cara que articulou uma aposentadoria de R$ 22 mil/mês por ocupar o govêrno do estado por seis meses (SEIS, VI, SIX, 6, caso você não tenha entendido) e em janeiro articulou a nomeação do próprio filho para o cargo de médico do Detran com salário de R$ 10 mil.
É esse o líder da turminha que vai votar o que for bom para a cidade.
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maio 03, 2009
Mengão eô!!! Mengão eô!!!
Socialatiquês II
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Parece muito, mas não é.
Apenas como comparativo, das tradicionais famílias de Criciuma, a familia Castro foi citada 9348 vezes (incluídas aí notas da matriarca Virza e suas filhas, sem contar o cão irlandês Dickens e suas aventuras pelos esplendorosos jardins da mansão do Pio Correia)...
A familia Lapa (outro exemplo genuinamente criciumense, desde 1880) foi citada 7354 vezes.
A imprensa deste "berço plasmado em carvão" também costuma brindar-nos com importantes noticias dos Bozzano (1854 vezes), Esteves (1225 vezes) e Angelotti (1144) vezes).
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maio 02, 2009
Socialatiquês
Termos que se pode conferir nas melhores colunas da cidade:
- Famosos
- Abonados
- Perfumados
- Sarados
- Descolados
- Lulus de fino trato
- Repaginadas
- Bacanas
- Glamour
- Fashion
- Níver
- Barbies
maio 01, 2009
Crianças e adultos - o mesmo problema
Nosso editor para assuntos de família, ex-bancário, psicólogo prático (sem terceiro grau - temos dúvidas a respeito da conclusão do segundo), praticante de análises por observação empírica, aprofunda o tema. Ele diz que a falta de limite traz problemas semelhantes para todo adulto trabalhador e bancarizado. A diferença aí é que a existência ou não de limites na infância tem relevância subjetiva, retórica e macrobiótica. Se ele não tiver limites quando adulto, viverá sufocado com a mesma velha síndrome do não saber o que pode ou não fazer, citada por Prates.
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A análise
Hoje em dia o problema mais grave de falta de limites está no cartão. De crédito. O advento e a popularização do dinheiro de plástico provocou uma dependência doentia pelo maldito (desculpem) retângulo. Limite de cartão é uma carência comportamental herdada do limite do cheque especial. Assim, antes reclamava-se mais limites para cheque-especial, hoje mais para cartão. A definição desse limite, sempre segundo nosso editor psicobancário, e aí já fazendo referência direta à teoria pratense, vai influenciar drasticamente o comportamento social da criança agora adulta. Um deslimitado humilha-se implorando de banco em banco um aumento básico que lhe incremente a performance consumista.
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Poder decisório dos se achões
Deve ser por isso que todo gerente de banco acha que é pai da gente (quando lhes pedimos o tal aumento) e arrotam aquela boçalidade própria de papitos pseudo donos da verdade. Se achar está no DNA deles. Nosso editor conclui que vem daí, dessa ligação edipiana por cheques e cartões, e seus limites consanguíneos, figuras eminentemente retangulares, nossa mania nacional por sentir atração por tudo que tenha apelo geométrico, tipo Skol (a que desce redondo), o quadrado mágico da seleção, igrejas triangulares e afins, e mulheres de todo tipo. Parece que nada a ver e a nosso ver não tem mesmo. Coisas de psicólogo prático, dono de uma cretinice ilimitada, que acha que não temos coisa melhor pra fazer que ler uma coisa dessas.


abril 30, 2009
A farra do feriadão da mídia criciumense
A gente se acostuma tanto a reclamar do mau exemplo dos políticos que acaba não percebendo quando eles fazem algo de bom. Então fica assim, quando eles fizerem algo de bom, a gente vai elogiar. Por enquanto, queremos protestar. Num momento que porcos mexicanos deixam de ser componentes periféricos da cadeia alimentar para se tornar um surto virótico assustador, nossos políticos perfumados fazem valer seu exemplo virulento para infectar a base de nossa cadeia alimentar de informação: os jornais locais.
No melhor estilo brasiliense, nossos estimados informativos entregaram hoje, quinta-feira, uma edição espicholática que vale para quinta, sexta, sábado e domingo. Por conta do feriado da sexta enforcaram o sábado. Parecem contaminados por uma gripe parlamentar. A nós cabe a inconformância. É inadmissível que veículo de cunho eminentemente privado se comporte ao estilo público. A privada sempre foi melhor que o público. PutzGraça se ressente da ausência dos co-irmãos (blog também é informativo). Serão três dias de escuridão que serão supridos, na medida do possível, por consultas a outros blogs (co-irmãos de verdade) e Engeplus (se é que também não fecharam o site pra viagem).
A todos, jornalistas, colunistas articulistas e demaisistas, desertores da notícia, desejamos de coração um bom feriado e que voltem ilesos e sadios.
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abril 29, 2009
O país do faz de conta
.Pois muito bem. Sem querer meter o bedelho e já metendo, PutzGraça defende seja iniciada uma cruzada islâmica com venda de rifa. Joao Paulo Messer, Adelor Lessa (tantas vezes elogiado neste blog) devem centrar suas baterias contra essa aberração imoral que infesta os colégios. Vamos falar sério, vamos negar de Gaulle e fazer de conta que este é um país sério. A pergunta necessária: rifa é permitido? Nunquinha (veja aqui o porquê)! É crime. Está previsto no código penal. O que presenciamos aqui é uma peça absurdamente estúpida, mas embremática quando é observada sob a luz do que se vê todo dia no Congresso, por exemplo. Nossas crianças aprendem NA ESCOLA (!!!) a aplicar o jeitinho. São instruídas desde cedo que de acordo com as circunstâncias a maracutaia é admissível. Ou não é isso? Ou não é o que a escola está ensinando nesse caso? Sob o pretexto da falta de dinheiro para pagar pequenas despesas, além de tomar a iniciativa delituosa de promover rifas proibidas, contravenções previstas em lei, envolvem deliberadamente as crianças, que são encarregadas da venda dos bilhetes. E depois vão à mídia reclamar, candidamente, que o pessoal não entende suas dificuldades. De Gaulle deve morrer de rir no túmulo.
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p.s.: PutzGraça, cumprindo sua humilde função educacional, sugere as líderes contraventoras que façam chegar a políticos, autoridades e simpatizantes suas carências financeiras. A eles cabe buscar uma solução legal para o problema.
abril 28, 2009
Jornal do Almoço faz 30 anos
."Será que uma vinheta significa tanto para quem está do outro lado (o telespectador)?"
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Responde nosso editor especializado em mídia televisótica:
- É vero (do futebolês Com certeza!). Uma vinheta é tão mais importante que o próprio programa e vice-versa. Eu mesmo me considero um vinhetófilo. Escolho o que assisto de acordo com a vinheta. Não passo uma noite sem assistir pelo menos 10 ou 20 vinhetas. Tenho comigo a melhor vinheta que já assisti, assim como guardo cd's com aqueles que marcaram minha vida. Pode-se dizer que às vinhetas, hoje, cabe o papel mais injustiçado da TV. Num programa de uma hora, por exemplo, vinhetas representam a miséria inacreditável de 50 ou 60 segundos. Revoltante. Nossa proposta à RBS é apogética e protuberante: criar um programa que coloque a vinheta em seu indevido lugar, no meio. Um programa sobre qualquer coisa, com 50 ou 60 segundos distribuídos no início e fim de cada bloco, onde a atração maior seria um vinhetão psicodélico, supraliminar e carregado de efeitos especiais de última geração 3D. Mais: premiação anual com vinheta principal, coadjuvante, diretor, etc...
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abril 27, 2009
O fantástico Drauzio Varella
Um de nossos editores não veio hoje (segunda-feira). Ligou dizendo que tá mal de saúde. Estranhamos um pouco. O cara é saudável, super normal, caminha uma hora todo dia, pratica sexo regularmente de mês em mês, bebe em doses homeocavaláticas (seu único defeito, fora a cabeça devastada pela calvície, o abdome a lá Ronaldo por conta das cervejas, a gagueira e a miopia). Todos esses predicados não impedem o trabalho, pelo contrário, estimula-o na medida em que o cara não pega nada, logo, pega no batente.Ligamos:
- E daí meu, tu não vem?
- Tô mal.
- É? Que houve?
- Sei lá! Tava vendo o Fantástico ontem. Tava tudo bem. Aí começou o Drauzio Varíola. Ferrou tudo. Muito down, downzaço. Devia ter censura praquele cara. Só mostra desgraça, paciente terminal, morto-vivo. Não quis mudar pra não perder os gols...
- Tá, e tu acha que tens o que?
- Depressão, esquizofrenia, fimose, sei lá?!
- Vai no médico, pô!
- Não vai dar, cara. Vou me lembrar do Varíola e vai piorar.
- E?
- Vou isolar total hoje. Amanhã tô aí.
- Beleza.
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