Daniel comentou assim sobre o post "Saúde polêmica", abaixo:
Muito bonitinho o que o CacauShow falou na TV... Mas texto sem contexto não é pretexto.
Com todo respeito aos nossos vizinhos, Criciúma não cresceu as custas das cidades vizinhas. As cidades vizinhas atenderam sim mineiros. Mas estas cidades eram sua residências. Ou seja, pagavam impostos na sua cidade, gastavam seus salários em sua cidade, enfim, a economia local girava também com dinheiro da mineração. E quando mineradoras criciumenses trabalham em solo estrangeiro, deixavam lá os seus impostos (e outras coisas que também deixavam aqui...). Ou seja, as cidades tiveram sua compensação econômica.
Criciúma sempre teve hospital. Bom ou ruim, sempre teve. Mas a região cresceu e ninguém, INCLUINDO Criciúma, investiu o bastante em saúde. Acredito que nem com essa medida, o caso do HSC vai se resolver completamente. E os prefeitos dos municípios vizinhos não podem também se fazer de vitimas... Vê se algum prefeito vizinho chegou a imprensa e disse: "Eu ajudo Criciúma com um valor X e vocês atendem minha cidade".
Ou então: "Como Criciúma não vai mais nos atender, vamos ampliar o atendimento em nossa cidade." Ninguém abriu a carteira para sua própria população! A população das cidades vizinhas deve entender que o primeiro "NÃO" foi dado por seus próprios prefeitos.
Criciúma está usando o ditado "Farinha pouca, meu pirão primeiro." para forçar atitudes vizinhas. E pensando que se trata da saúde de crianças, isto fica mais triste...
Concluindo: Não tem santo nessa história, exceto, as crianças que não tem culpa e são as que sofrem com isto.