agosto 12, 2011

Habemos gata também

Adeus Vanessa Hubner. Já temos nossa própria símbolo telejornal…

Katia-Farias-66

Katia-Farias-67

Katia-Farias-69

Ah se a imagem da Net fosse boa…

Tá provado…

A Playboy entende mesmo é de futebol*.

Serie-A-ago2011

(*) No início do ano, deu na revista que os quatro aí (todos com A) iriam pra B.

Como complicar a criação de um partido político

PSD

Estamos acompanhando de perto o rolo do PSD. Tem muita coisa interessante ali, informações que podem servir de base para uma cartilha, ou manual mesmo, de como criar um partido. Melhor, o que não fazer para criar um partido.

Nós mesmo, enquanto Putz, já pensamos em criar um partido. Tínhamos até um aliado na base, que era o Chicuta, não por outro motivo o partido se chamaria ChiPutz. Hoje, olhando para trás, percebemos o amadorismo da iniciativa. Se a gente tivesse o exemplo profissional do PSD, poderíamos ter feito diferente. Ou não.

Vamos combinar uma coisa, só um kassabets (discípulo de Kassab)retardado pra listar mortos (e com assinaturas!!!) para fazer quórum mínimo pro PSD nascer. Nem que nosso amadorismo fosse formado nas masmorras do Rio Maina iríamos deixar um furo desses.

A gente teria feito diferente. Primeiramente, mandaria uma equipe fazer um treinamento com Sarney. Longe e caro? Pavan serve. Moreira, LHS… tem gente boa aqui. Esses aí, na escola de malandragem foram expulsos. Para montar o plantel mínimo de filiados com perfil adequado, a gente começaria por lista de protesto de título. Tem nos jornais, fácil. Penitenciária também é um bom celeiro. Consegue-se uma lista de presos, promete qualquer coisa e… fácil. Morto nunca, essa foi pra fudê demais.

E agora? Como desatar o nó que o PSD enodou? Não tem como. Se tem, não sabemos. Esse tipo de estrutura envolvendo mortos foge um pouco a nossa especialidade. Um terreiro de macumba pode ser um bom começo. É bom levar foto do Kassab.

agosto 11, 2011

Dia do advogado

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De: Advogado da Içara                  Para: Putz

O verdadeiro direito é aquele que anda de mãos dadas com a justiça social e com a realidade. Ser advogado é ser bom, quando necessário. Ser justo, sempre. Ser intransigente com a injustiça e a ilegalidade. Ser solidário com o inocente e ser duro com o infrator....

PARABÉNS PELO NOSSO DIA!!

Tenho orgulho e a honra de fazer parte desta classe, tão importante para nosso Brasil e Mundo!

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De: Putz                                     Para: Advogado da Içara

Não entendemos.

Era piada?

Não pegamos o desfecho. 

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De: Advogado da Içara                        Para: Putz

Tsc...tsc...tsc...

Que será da alma de vocês, ô incrédulos...

Precisam encontrar a luz... e não é a do trem... é a da salvação...

Eu estou pronto para a missão: Salvar as figuras escalafobéticas de si mesmas...

Inté... ó figuras ninbúlicas...

----- Original Message -----

Precoce em Cristo

padre12anos

Putz,

Viram a capa da tribuna? Padre Maneca: 80 anos de vida e 68 anos de sacerdócio. O cara é um fenômeno... aos 12 anos já era padre...

Anônimo de Jesus

Casamento, reflexos e reflexões

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Você sabe a idade certa pra casar? O Putz vai dizer aqui. Antes, uma confissão: o que a gente aprende lendo uma coluna social é absurdo. É nossa fonte de conhecimento. Mal comparando, coluna social é como se fosse a Balsa (aquele enciclopédia do passado) que nos leva ao saber e o colunista é o motorneiro. Essa, a da idade certa, lemos numa coluna. Diz lá que “instalou-se na sociedade discussão séria sobre a idade certa pra casar, depois  que a mulher (de menor) do volante da Portuguesa (18 anos) jogou-se de um prédio. “ Brigaram e ela se apinchou. O colunista dá a entender que adolescentes são uns bichos loucos e os pais deveriam evitar que eles se enrosquem.

Refletimos muito a respeito. Parece complicado, mas nem precisamos recorrer ao nosso assessor psicopático para concluirmos que o caso não é difícil. É impossível. É mais enrolado que cabelo afrodescentedente (com todo o respeito).

Primeiramente, o colunista está coberto de razão quando diz que mãe nenhuma deve permitir que a maria chuteira filha querida se junte com um volante da Portuguesa. E por que ele diz isso? O fator Portuguesa tem peso. O fator volante também. Mas, ponha-se no lugar da mãe, como ela vai sabe se o insignificante não vai virar meia-atacante do Chelsea?

Tão vendo? A coisa vai longe. Não se pode condenar a menina por gostar de um volante. Quem não gosta? É subliminar. A mulher olha um volante, seja ele da Portuguesa ou do Metropolitano da Veneza, e se vê embarcada. Não vamos nem apelar aqui para o fator idade para embasar a complexidade das vertentes. Tá, vamos. Se idade  for garantia de casamento estável, a gente deveria procurar namorada em asilo. Quem, mesmo casado há um tempão, nunca teve vontade de jogar a mulher do prédio? Ainda bem que passa logo (a vontade). Há também uma pequena incidência de esposas que pensam em jogar o marido do prédio, mas elas desistem logo porque sabem que estão erradas.

No fim, pra concluir mesmo, é tudo muito brusco. Ah! Quase esquecemos, a hora certa pra casar. Não tem. 50% dos casamentos que dão errado, independem de data. Os outros 50 também.   

agosto 10, 2011

Jaguaruna airport, de vacas a motos

Ontem

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Hoje

Jaguara-airport

Chuvaral na escala

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Chuva. Muita Chuva. Coutinho ligou pro Salvaro avisando que vem mais. Salvaro declarou “Estado de Atenção”.

Você, PutzNauta, que é do tempo que só existia estado de emergência, saiba que na estadologia temos outros subestados:

Grau tenebroso

  • Estado de Calamidade Pública
  • Estado de Emergência

Grau feio

  • Estado de Atenção
  • Estado de Ai Meu Deus

Grau frouxo

  • Estado de Abrir os Olhos
  • Estado de É Água  

agosto 09, 2011

Currículo político

Como saber se um político tem know-how para ser um senador?

Gentil-processos

Pelos números.

O velho truque da lombada eletrônica

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Deu no João Paulo Messer que em Siderópolis querem retirar uma lombada eletrônica e fazer voltar a lombada física. Motivo: na eletrônica passa-se a 50 km/h, na física a 20.

Graaaaaade novidade. O Putz apontou isso lá na origem. Naquela época, o cheiro de 10 por cento era insuportável.

E como é que fica o dinheiro gasto com a lombada nova (a que está em vias de extinção)?

Tem que devolver. Não aceitamos nada menos que devolução.  Quem? O prefeito, claro. Gastou dinheiro público inutilmente. Povo sideropolitano, vamos para a rua reivindicar o dinheiro da lombada.

E tem mais. O Putz é meio louco e às vezes pensa umas coisas que… E se tirar a lombada e daqui um ano, um prefeito novo vem e instala outra (eletrônica)? Lembrar que político aposto que todo mundo esquece tudo. Instala, 10%, tira e em um ano instala outra e mais 10%. Mais um tempo pode repetir tudo. Genial, hein? Não, não, impossível, eles não teriam  coragem.

agosto 08, 2011

Edinho, a gente te ama

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Putz, sobre "Até quando?", digamos que o Edinho Bezta fosse nosso funcionário, que aliás é, porque nós contribuintes pagamos o seu salário. Ele passa a perna em nós, que somos o chefe, some com nosso dinheiro, fode com a confiança do chefe. Seria demitido obviamente. Mas amigo estamos no Brasil, aqui o funcionário processa o Chefe (NAS EMPRESAS FUNCIONA EXATAMENTE ASSIM) e ganham ainda por cima. Como diz um amigo do meu pai, cagaram no meu carreiro.

Marcão

Guto Ferreira ex-Tigre

Guto-mauro

A pergunta: Seu Putz, só você pra esclarecer um pouco para quem tá olhando de longe, o porque de terem demitido esse técnico. A campanha não era boa ?

A melhor resposta: Caro PutzNauta, pegou a nós de surpresa também. A campanha (os números) era de fato boa. Porem, pelo que ouvimos de amigos no bar ontem, a coisa tendia a se deteriorar porque o cara era ruim de vestiário. Ele era questionado pelos jogadores. Dizem que ele até mandava bem, mas ninguém respeitava. É o que consta. Já o novo técnico vem com um patamar salarial mais acima. Na verdade é o técnico mais caro que pintou por aqui. Só perde pro próprio Angeloni. E ele tem know-how de subida. O homem sobe mais que Scania 480. Foi ele que levou o América-MG à A ano passado. Tomara que vingue.

agosto 07, 2011

Satiagraha

Veja o vídeo clicando “Satiagraha” abaixo.

Satiagraha, mais que caçar corruptos, mostrou que eles têm as entranhas do poder na mão. Agora, antes mesmo que a “caixa de pandora se abra” a vagaba já se mexe para trancá-la.

O jogo do encanto

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Marido é que nem empresa, basta manter a velocidade para estar ultrapassado. Então, tem que ser criativo, exercitar aquele dom exclusivo da criatura humana, a imaginação, e gerar todo dia fatos que lhe permita manter a posição. A rotina é o adversário a ser combatido.

Antônio Carlos tem habilidade natural na área. Titular absoluto, o homem é uma usina na arte de produzir anticorpos para o vírus destruidor da mesmice. Por isso Maria da Graça o ama. Antônio Carlos faz da sua casa um campo onde a plateia – mulher e filho - é cativada o tempo todo. Chamar encantar de arte não é chute, é preciso pôr a imaginação a rolar para fazer com que as expectativas sejam alvejadas pelo inesperado com a frequência necessária. Quando Quintana disse que as coisas devem ser dosadas com suspense para impressionar e encantar, parecia estar falando de Antônio Carlos.

Uma noite, Maria da Graça fez o filho dormir e foi assistir a novela das nove. Pelo chio do chuveiro percebia o marido no banho. No segundo bloco, ela notou que o som tinha parado, calculou o tempo de enxugamento mais o espaço para vestir o pijama e concluiu que o maridão estava demorando. Lembrou que às vezes ele fazia assim para ela ir atrás. Aguardaria o comercial.

Ele veio logo – o intervalo, e no silêncio parabolical que se seguiu, Maria da Graça levantou-se do sofá, virou-se em direção ao corredor e teve uma sensação estranha quando seu cérebro avisou que não entendia o que seus olhos viam.

Antônio Carlos estava parado, de pé, vestido apenas com um par de pantufas bem fofas, daquelas peludas com cara da panda, línguas vermelhas aparecendo e orelhas enormes incompatíveis. No primeiro momento, Maria da Graça achou que o marido não estava bem. Um lampejo que foi bruscamente substituído por um acesso de riso que a fez jogar-se de costas no sofá. Não conseguiu mais parar de rir, nem identificar direito o que era mais esquisito, se a pantufona de boca aberta com meio palmo de língua vermelha ou a própria imagem pelada com o cabelo encharcado estampada no vão da porta.

Ela ficou encantada. Ainda mais quando soube que a brincadeira do marido teve um custo extra. No Bistek cheio, sabendo que sua aquisição tinha algo de ridículo, Antônio Carlos quis ser discreto. Foi muito chato. Se quisesse chamar atenção não teria escolhido melhor momento. Murphy explica. A fila era enorme atrás dele e o sensor não leu o código de barras. A caixa abriu e revirou o pacote à cata do preço, e nada. Na medida em que Antônio Carlos ficava impaciente o pessoal da fila se interessava. A caixa chamou a colega do guichê do lado que também revirou o ursão em detalhes sem sucesso. Então, chamaram o gerente. Antônio Carlos arrependeu-se os cabelos. Só foi em frente confortado pela ideia do riso alegre que calculava provocar no filho de três anos.

O riso de Maria da Graça foi lucro.

agosto 06, 2011

Tamos fu

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Edson Bez de Oliveira deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Até quando?":

Vou processá-los!!!!

agosto 05, 2011

Se eu fosse prefeito

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O Putz soube que o prefeito anda fazendo uma pesquisa tipo “o que você faria para melhorar a cidade se fosse prefeito”. Lá vai:

Senhor Prefeito,

Não sei porque insisto em visitar Gramado. Eu deveria ficar deslumbrado com tanta coisa bem feita, mas não fico. O problema é que tenho a mania de olhar tudo e comparar com Criciúma. Não só em Gramado, em todo lugar que vou é assim, se a coisa é organizada ou avacalhada eu sempre penso como a mesma coisa é em Criciúma. Já deu pra sacar o problemão, né? Gramado é covardia. Não vou falar aqui de pontos turísticos, tipo Lago Negro, porque isso é questão de natureza, ou se tem ou não se tem. Não dá pra acionar político e buscar verba pra fazer um Lago Negro aqui com pedalinho e tudo. A questão é o que os caras fazem pra deixar a cidade bonita. E eles fazem. Dizem que é a ascendência alemã… E dai? Europeu por europeu aqui tá assim de italiano - o Salvaro é italiano. Mas, vamos lá. O asfalto… cara, procurei um buraco lá, eu queria bater uma foto. Pensei até em tirar uma onda, tipo, “tá vendo, a gente fala do Salvaro e Gramado, como aquela marra germânica, também tem buraco.” Não achei. E as calçadas? E as faixas de pedestres? E tudo o mais? Tudo caprichado nos mínimos detalhes.

Ah! Os detalhes… parece que aí reside o segredo. Eles cuidam dos detalhes. Aqui nós até fazemos algumas coisas, mas depois de pronto a gente olha e sente que a coisa não é bem acabada (os recapeamentos da rede de esgoto, as calçadas, o Parque Centenário, o calçadão da Nereu, etc).

Falando em Parque Centenário... para falar desse eu busco inspiração em Curitiba. Não há razão para que Criciúma não consiga fazer algo do mesmo nível. A não ser dinheiro. Se o problema é dinheiro aí para tudo. Se eu fosse prefeito faria o Parque Centenário virar ponto de referência da cidade. Tudo bem que agora está saindo o Parque das Etnias, mas se eu fosse prefeito faria do parque uma atração. E não aceitaria nada pior que o Jardim Botânico de Curitiba. A gente provaria que consegue.

Ass.: PutzNauta

agosto 03, 2011

Supermercado para corruptos

corrupto

Edinho Bez, Colato, Bauer e Maldaner assinaram documento que dava legitimidade para ONG falsa. A ONG captou um caminhão de grana, descobriram que ela é falsa e o quarteto fantástico diz que assinou na “boa-fé”.

Não é difícil imaginar a conversa da quadrilha (quatro), no ato:

-- Assinamos na boa, se der rolo a gente inventa qualquer coisa.

Até nisso eles se acham. Inventam porríssima coisa nenhuma. No supermercado da corrupção, a prateleira de “explicações” é variada e nunca há produto em falta. Há inclusive excesso de oferta de “intriga da oposição” e “não há provas”. Muita gente usa. Já “fogo amigo” é lançamento. Ponticelli aplicou no caso do Leodegar. Dá pra dizer que Ponticelli foi criativo, não se vê muito “fogo amigo” cobrindo mão-boba.

No caso do documento falso, Edinho Bez & Cia aplicaram o fora-de-moda “assinaram de boa-fé”.  O “boa-fé”, que fica na seção de ridículos, é um produto raro. Ninguém usava mais por absoluta falta de credibilidade.  É um produto ruim. Podre até. E tem um efeito colateral perverso: faz as pessoas ficar com cara de palhaço.  

O que Edinho Bez e quadrilha (quatro) tentam passar é que assinaram documentos espúrios, para levantar dinheiro para uma ONG espúria, apenas para o bem de terceiros corruptos, sem qualquer benefício próprio.

A gente tenta acreditar. É difícil

agosto 02, 2011