junho 05, 2019

Broxa passivo


O Ministério da Saúde é um órgão gozador, com perdão do trocadilho. Gozador e sádico. Gozador, sádico e incompetente.
Gozador porque o texto da foto acima “o uso deste produto diminui, dificulta ou impede a ereção” é uma ironia mal-intencionada face seu cunho humilhante e ridicularizante, quiçá ambos. Isso é gozação.

Sádico porque trata com morbidez de uma eventual anomalia que aterroriza todo homem que se preze, a impotência.  Isso é sadismo.

Incompetente por fazer uma campanha que atinge apenas 50% do público abrangido pela fumaça, quiçá menos.

Aí, finalmente, o fim do nosso post. Sabia você, caro não fumante, que inalando fumaça aqui e ali você foi, é ou será um broxa passivo? É... a vida é dura. É sabido que o cigarro afeta tanto o fumante ativo como também aquele que está por perto, quiçá mais. Então é assim: você vai na 1051, Wynn ou Oz e se empanturra da fumaça disponível (que você não produziu), deu sorte com uma gata e conseguiu organizar um joguinho mais picante. Ocorre que, já na preliminar, seu atacante acusa uma indisposição irreversível. Não adianta excomungar a falta do tarja azul, as cervejas que tomou a mais, achar que a gata era muito atirada ou muito “cheirosa”, quiçá tudo.

A culpa é do Ministério da Saúde e da campanha sem-vergonha que não preveniu você dos perigos da fumaça broxante no modo passivo.

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