junho 30, 2020
junho 08, 2020
Aventura na faixa
O cara quase me pegou na faixa de pedestre hoje. Fiquei muito puto. E o retardado ainda saiu me excomungando. Tem horas que dá vontade de deixar bater, pra ver se o cara aprende. Assim, tipo, o cara bate e se eu tiver sorte ganharei duas pernas quebradas, algumas costelas partidas e um furo no baço, mas o cara nunca mais vai desrespeitar a faixa. Penso nisso às vezes. Muito louco, mas penso. O cretino vai se
Pois é, aí é que tá. Lembra a frase acima “se eu tiver sorte”? Não é o meu caso.
ass.: Um PutzImbecil (pior que o atropelante)
maio 06, 2020
Velocidade é coisa do passado
Tá vendo esse carro aí? É o Koenigsegg. Apareceu no Auto Esporte. 1115 cavalos. Mas a velocidade é limitada eletronicamente a 250km/h. E os caras pagam mais ou menos 1000 dólares por cada cavalo. Um milhão e duzentas mil doletas. A fábrica da Koenigsegg avisa que pretende um motor de 1300 cavalos. Mas o carro não vai passar dos 250.
Zero a 100
Aí a gente pergunta, pra que??? Seria pro dono falar pros amigos na sauna: “Meu carro tem 1.300 cavalos, e o teu?” Pode ser. Mas o grande barato tá na rapidez. Pancadão na arrancada. Velocidade máxima não interessa mais (como se vê), mas o zero a 100 sim. Então eles (as fábricas) enchem de cavalos e os marketeiros atocham: 0 a 100 em 2,354675 segundos. É o que faz o Koenigsegg. 1115 cavalos e 0 a 100 em 2 e picos de segundos.
Cágado
É isso. Antes um carro de 500cv era um foguete de virar o pescoço, agora, quem tem um de 500 é ridicularizado no sauna (já tem sauna exclusiva para acima de 1000 cavalos). Tem limite isso? Não. Nessa balada, 0 a 100 a 2 seg logo vai ser coisa de cágado. A meta é bolar um que já largue a 100. Vai faltar cavalo.
março 27, 2020
Alguém apostou?
Façam suas apostas
(post de novembro de 2013)
Salvaro Highlander esbanjando “bom humor” na Nereu Ramos no sábado: Não sei o que é mais difícil, se o Tigre ficar na A; as ações do Eike parar de cair ou o Salvaro voltar.
E não parou aí. Nem tudo tá perdido. O Tigre tem o Vasco e o Flu jogando a favor; o Eike tem o BNDES… e existe o Savaski, o Levandowski, o
março 09, 2020
Mau olhado
Aí é que está: olhar para o que não deve. Temos que abrir o olho. Tem muita gente por aqui nesse grupo de risco.
fevereiro 26, 2020
Aula estacionária
Hoje vamos ensinar quem, como e onde pode estacionar na Criciúma carregada de sinais.
Idoso. Se você é idoso, pode estacionar onde encontrar esse sinal. Parece óbvio, não? E é. Se está escrito idoso e você é idoso… aí pode.
Vaga para cadeirantes, deficientes físicos, enfim. O espaço á amplamente ocupado por madames e empresários novos ricos. Cuidado: coincidentemente eles sempre são grosseiros e mal educados quando avisados que a vaga não é para eles.
Atenção, essa é uma vaga especial. Muito especial. Não basta ser idoso para ocupá-la, é preciso ser cadeirante ou vice-versa, não necessária ordem nessamente. É tão especial que só tem uma em Criciúma. Fica na Santo Antônio*.
(*) Ficava. Não está mais lá.
fevereiro 18, 2020
Viu? Foi rebaixado. Só durou 2 mandatos
Demagogicamente incorreto
O post é de fevereiro de 2011, mas cabe certinho na realidade atual…
Jogando pra torcida, hein deputado?! Cumpre-nos informar que a frase está incompleta. Melhor seria:
“Quem vai de Palhoça a Torres está no inferno. De lá pra frente é Rio Grande e a BR está pronta. Os políticos gaúchos são competentes.”
fevereiro 01, 2020
janeiro 06, 2020
O drama do arroz
Se o que deu na mídia recente for real, quanto mais aumenta a renda mais o apetite do antes pobre é direcionado para carnes, de preferência as vermelhas. Quanto mais grana tem o remediado menos chances tem você, carboidrato, de ser consumido. É por isso que a turma do arroz está fazendo manifestação.
E não pense que basta ser carne para gozar o momento. Saiba você então, carne, que a não ser que a coisa decaia, o futuro é do peixe. Isso mesmo. A ordem é essa, grana extra menos arroz e mais carne, grana preta esquece-se a carne e crau no peixe.
De um certo ponto de vista, para o arroz alpha resta um consolo: olhando para frente (ou para trás), haverá cada vez menos gente querendo comer você.
Putz pê-ésse: até nisso nota-se o preconceito presumido. Enquanto o alvo e ariano arroz brilha na mídia, o feijão, que também é carb…
outubro 14, 2019
Stop e volta: dá pra repetir?
Colunista falando na rádio: “É sério o problema da falta de mão-de-obra qualificada em Criciúma. Só pra vocês terem ideia, empresa precisava de alguém para operar uma máquina importada. Era uma máquina que trabalhava por controle-remoto. Vejam bem, não se exigia que o operador entendesse da máquina, apenas que entendesse do controle-remoto. Pois, pasmem… Não encontrou alguém com o perfil em Criciúma.”
Pode parar! Pára tudo! Perdemos alguma coisa. TODO homem entende de controle-remoto. Se há uma coisa que homem adora é controle-remoto. Adora e sabe usar. Homem não é homem sem controle-remoto. Homem, salvo caso extremo, gosta mais de controle-remoto que
Diante disso, a colunista não disse, mas já deduzimos o entrave: a empresa era do ramo de vestuário e a máquina era de costura (na melhor das hipóteses, na pior, de lavar).
outubro 07, 2019
Blogueiro morto-vivo
Minha mulher me deu um comprimido para alergia e avisou:
- Cuidado que dá sono…Ela falou mais alguma coisa, mas não escutei. Já tinha desmaiado. Penso que a melhor forma para uma esposa matar o marido deve ser mesmo administrando-lhe um comprimido. A gente toma na buena. A maioria dos maridos sempre toma.
Dormi vinte e quatro horas e acordei mal, totalmente grogue. Não fui caminhar cedo como de hábito. Nem levantei. Nada levantou. Ao meio-dia, meio cambaleante, saí da cama e fui para a mesa. A alergia tinha sumido, assim como minhas forças, minha vontade e meu humor. Almocei e sentei no sofá para ver o Globo Esporte e o Jornal Hoje. Só vi o primeiro – pela metade. Adormeci. O efeito do remédio do capeta parecia interminável. Depois de duas horas, de novo desperto (meia-boca), imaginei que teria que tomar uma atitude. Eu parecei um sonâmbulo, olhava sem ver. O torpor me dominava e eu tinha que fazer alguma coisa. Fui para a rua. Saí para caminhar e fui, caminhando, caminhando e quando passei pela loira… aconteceu.
Ela era uma mistura de Gisele Bündchen com a Patrícia Poeta, se essa fosse loira. Só sei que era linda. Ensaiei um sorriso, passei por ela e… fui escandalosamente ignorado. Nessa augusta e simbólica hora me veio uma apavorante sensação que insiste em me acompanhar: e se eu morri??? E se a loira não me percebeu porque eu já não existo?
Meu Deus!!! Me chegam pensamentos escabrosos que me assustam cada vez mais. Por que eu não li a bula do maldito comprimido? Lembro do meu primo, espírita, que insiste em dizer que a vida do outro lado é tudo igual. Que a gente morre mas continua dormindo, acordando, caminhando… Igual, o cacete!!! Igual como se as loiras não te olham?
E é isso gente. Agora, neste momento, aqui digitando, não sei se estou vivo ou morto. Estou postando isso numa tentativa de provar para mim mesmo que estou vivinho, mas não adianta. Se meu primo está certo tudo o que faço de um lado parece com o do outro e vice-versa. Entenderam?
E não adianta vocês comentarem este post para, eventualmente, me ajudar. Não recomendo. Vou achar que vocês também estão do outro lado. Vai parecer ajuda do além.
Coisa de louco!
setembro 27, 2019
Upgrade vaginal
Caro Putz, minha mulher falou que existe uma operação pra vagina. É uma tal de vaginoplastia. Vocês poderiam dar uma opinião pra gente saber se é uma boa?
Caral$#%&!!! Foi direto pro especialista.
Disse ele, o especialista:
Caro PutzNauta, o mercado vaginológico oferece três opções, todos com prós e contras:
MÉTODO ESQUIMÓ
- Pró: ele transforma a
bucvagina numa espécie de capuz que envolve seucarpênis como se fosse uma cumbuca causando prazer inenarrável. - Contra: o capuz só funciona com temperatura intravaginal abaixo de zero.
MÉTODO BRAILLE
- Pró: constrói uma calosidade nas paredes da
perervagina que produz um gozo inenarrável. - Contra: é abrasivo, com fricção excessiva seu
pinpênis pode sair em carne viva.
MÉTODO SANEAMENTO BÁSICO
- Pró: cria canal auxiliar no interior na
chapolopoldavagina com alta capacidade irrigativa alagando seupaupênis com uma enxurrada de prazer inenarrável. - Contra: o método provoca muitas reclamações, não exatamente na penetração. Antes, na operação de construção do canal, são tantos os transtornos que a
bucvagina vira área arrasada. Muitos metem a boca.
setembro 09, 2019
Obra-prima
De cima do andaime o pedreiro trovejou com seu jeito pedreiral de ser:
- Massa, caralho!!!
O servente, no chão, devolveu:
- Por que não pega tu, seu corno.
E o pedreiro arrematou:
- Depressa, viado!!!
Nenhuma preocupação com as lulus locais (mulheres de fino trato) que transitavam por ali.
Diria Max Gehringer:
- Vemos acima um bom exemplo de como deve ser a linguagem corporativa. A mensagem tem que ser clara, objetiva e em termos facilmente compreensíveis para quem a recebe. Eis aí um ótimo modelo de como se relacionar dentro da empresa.
agosto 05, 2019
O perigo mora ao lado
A chamadas da Globo era sobre os perigos da pista molhada. Nas entre-falas se entendia que dirigir no molhado é uma fria. Mais perigoso que no seco. E a reportagem começou assim:
“Um em cada cinco acidentes acontece em pista molhada.”
p.s.: Defendemos essa ideia numa roda de cerveja e fomos muito elogiados pela nossa capacidade interpretativa das notícias televisivas. Dentre os vários elogios, destacamos esse: “Cambada de burro! Tá na cara que não é nada disso. É por isso que esse blog do car#$%&apeta não vai pra frente…”
julho 13, 2019
Virgem aos 40
Finalmente aconteceu. Quase como nos sonhos. Deus meu! Semana passada, estava na padaria onde sou caixa e ele chegou, moreno, forte, com máscara, enérgico, me empurrou e me gritou:
- É um assalto! Tu vai fazê tudo o que eu mandá ou vou te fudê! Passa a grana, digeiro!
junho 26, 2019
Murphy no chuveiro
Detesto a lei de Murphy, detesto Murphy, detesto tudo. Sou mau humorado, assumo, pronto. O Murphy é meu desafeto mor. Parece que ele fez essa lei do demo pensando em mim. Ela me persegue. A última aconteceu no banho. Queimou o chuveiro e não precisa dizer que fazia um frio canalha. Também não precisa dizer que eu estava exatamente 100% ensaboado e enxampuzado. Tem uma população de seis pessoas na minha casa, inclusive minha sogra e mais duas cachorras que uma vez por semana vão pro chuveiro. Minha sogra toma dois banhos (às vezes três) por dia, a despesa com energia é um inferno. E o maldito queima exatamente comigo. Ainda fiquei um minuto aguardando, poderia ser falta de luz. O rádio ligado disse que não. E enxaguar toda aquela espuma na água gelada, sério, não desejo pras cachorras. Mas pro desgraçado do Murphy e pra lei dele eu desejo muuuuito.
junho 12, 2019
Namorados em fila pra transar
1) O marketing. Criou uma necessidade que não existia. Cidadão que nunca teve experiência sexual fora da cama própria, hoje se vê nervoso cada vez que a fila anda;
2) O crédito. Como disse tresloucadamente o apoteótico Luiz Carlos Prates, hoje todo “miserável” (sem ofensa, foi o Prates quem disse) tem carro. Carro tem tudo a ver com motel e… uma coisa leva à outra.
Agora, sem querer azedar a relação, tão vendo a fotinho acima? É a fila pros motéis da Içara antes do meio-dia. No São Simão tá igual.
Apressem-se.
junho 05, 2019
Broxa passivo
O Ministério da Saúde é um órgão gozador, com perdão do trocadilho. Gozador e sádico. Gozador, sádico e incompetente.
Gozador porque o texto da foto acima “o uso deste produto diminui, dificulta ou impede a ereção” é uma ironia mal-intencionada face seu cunho humilhante e ridicularizante, quiçá ambos. Isso é gozação.Sádico porque trata com morbidez de uma eventual anomalia que aterroriza todo homem que se preze, a impotência. Isso é sadismo.
Incompetente por fazer uma campanha que atinge apenas 50% do público abrangido pela fumaça, quiçá menos.
Aí, finalmente, o fim do nosso post. Sabia você, caro não fumante, que inalando fumaça aqui e ali você foi, é ou será um broxa passivo? É... a vida é dura. É sabido que o cigarro afeta tanto o fumante ativo como também aquele que está por perto, quiçá mais. Então é assim: você vai na 1051, Wynn ou Oz e se empanturra da fumaça disponível (que você não produziu), deu sorte com uma gata e conseguiu organizar um joguinho mais picante. Ocorre que, já na preliminar, seu atacante acusa uma indisposição irreversível. Não adianta excomungar a falta do tarja azul, as cervejas que tomou a mais, achar que a gata era muito atirada ou muito “cheirosa”, quiçá tudo.
A culpa é do Ministério da Saúde e da campanha sem-vergonha que não preveniu você dos perigos da fumaça broxante no modo passivo.
maio 25, 2019
Mortes não esclarecidas

- Padre Samiro?
- Alô-bom-dia!. Dê o seu recado.
- Queria comunicar um falecimento.
- Pois não. Um momento que vou anotar... Nome?
- Meu?
- Do falecido.
- Eduardo… Raimundo… Moreira… Colombo* (a ouvinte fala devagar pro padre anotar).
- Hora da morte?
- 23 horas.
- Velório é onde?
- Casa mortuária da Brasília.
- Missa de corpo presente?
- Sim.
- Onde?
- Igreja da Próspera.
- Enterro?
- 16 horas.
- Onde?
- Cemitério da Brasília.
- OK. Nossas condolências à família enlutada.
***
Quase toda manhã tem isso. Às vezes mais de uma morte por manhã.Dois detalhes nessa rotina mortibunda merecem reparo. Um, o padre demonstra ter uma planilha em mãos quando interroga o comunicante; dois, falta a causa-mortis na planilha.
Aí está. Essa falta é pior que a própria morte. O Putz fez uma Whatspesquisa e… está comprovado: 185,2% das pessoas que ouvem a notícia de uma morte tende a pretender o nexo causal. Morreu de que? E o padre não diz. A gente fica angustiado. O padre nos acorda às 5 da manhã como se fosse o porta voz do além e esquece o principal?! Morreu de que, padre? O povo enlutado agradeceria saber.
(*) Qualquer semelhança é mera ficção.
maio 13, 2019
Sexo explícito na praça
Deu no jornal: “Sábado os cães invadiram a praça e causaram constrangimentos à população.”
Só tem um jeito de cachorro constranger. Sexo. Se não fosse sexo não seria constrangimento, seria irritação, raiva, etc. Pois é, falaram em castrar e não castraram, agora aguentem. Cachorro não é de ferro. Falando sério, tem umas cachorras na praça desfilando em grupo que, é difícil resistir. Vamos nos colocar no lugar dos cães. Atraso total, poder aquisitivo zero, aí aparecem essas peças lindas, receptivas, sem nenhuma diferença (exceto o cheiro) das cachorras da sociedade. Não dá pra perder não. Sem dinheiro pra motel, vai na praça mesmo. Quem não quiser ver que não olhe.
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