Nos jornais, ontem…
Revisão sem rumo. Inacreditável.
Sugerimos à GA, ao Angeloni, a todo mundo, as belezas abaixo para assumir a gandulância no HH.
Pode ser da base…
Ou trazer de fora…
Putz,
Na esquina da Cassimiro Milioli com a Germano Magrin, fundos da Gelox, os caras da ASTC resolveram pintar as faixas de pedestres, porém pintaram em cima das vagas de estacionamento existentes.
Nesta brincadeira “comeram” 6 vagas de estacionamento público.
Vai ser um caos total, ainda mais que esse tipo de serviço está acontecendo na cidade inteira.
Falta de planejamento total.
André
Às vezes uma ideia não emplaca por falta do velho e bom não se sabe o que. O Putz sabe: falta de apelo (que passa pelo sexual – pelo pode ser genital, e vai até o emocional).
Isso aconteceu na área motoboyciclística. Edinho do Sindicato lotou um avião e foi aos Andes pensando importar a internacionalmente conhecida tecnologia colombiana em coletes com faixas reflexivas para motoboys. A iniciativa era tão interessante e proveitosa que foi uma pena que só se ouviu falar nela na prestação de contas do Edinho (e na entrevista de praxe depois da volta).
Hoje, sabe-se que o projeto era impregnado de vícios e pecava pela falta do tal apelo (sexual, no caso).
Na Catalunha, foi instituído colete com faixas refletoras para as prostis de rua, ou seja, se ao animus viajandi do Edinho tivesse em seu programa a Espanha, e não Colômbia, teria trazido a motivação que faltou para os motoqueiros daqui usar o colete fosfórico.
É uma questão de marketing. Marketing, sabe-se, desperta necessidades e, é claro, tanto a robótica, a informática ou a erótica ocupam altos níveis na escala das necessidades masculinas, ande ele em duas ou quatro rodas. Qualquer agência minimamente libidinosa, trabalharia o sentido erótico solidário próprio do motoboy. Usando um colete reflexório ela estaria demonstrando seu apoio à co-irmã da Catalunha que rala o couro no dia-a-dia, sujeita a ser enrabada multada em 40 euros se for pega sem o apetrecho.
Puta-que pariu! Ia ser um sucesso.
Liberaram para mais antenas e elas não saem por falta de licenças da prefeitura.
Ué!!!! Então a culpa continua sendo das operadoras!
Sempre tivemos dois ou três acessos diários. Média 2,5 (tipo, two and a half man todo dia). De repente 13. Uma loucura que desestabilizou nossa linha de produção. Tudo porque postamos aqui, com o claro e insofismável intuito de informar, as fotos da Suposta. Nem arriscamos digitar o nome da pelada (só em forma gráfica – esquema acima), senão a maluqueba desvairada acha no Google e invade de novo.
Os próximos dias dias serão cruciais. Tentaremos baixar o nível para a audiência voltar a níveis suportáveis.
Veja o que são as coisas, caro PutzNauta. A gente se esmera no dia-a-dia com posts essencialmente culturais, profundidades abissais, metemos pau em político e… nada.
Já estamos em terapia (de grupo – grupo de terapistas). O sexo está fazendo pressão em nossa linha editorial. Resistimos… por enquanto.
Atenção blogueiros, blogueiras e demais leitores, PutzGraça aprendeu uma palavra (e agora repassa) que supostamente pode servir de senha para se dizer, declarar ou denunciar tudo o que vier à telha e depois desdizer.
A palavra é… SUPOSTAMENTE.
Aprendemos na Globo. Eles sabem que o cara fez o trambique, mas dizem “suposto trambique” e assim se livram do dano moral. E, convenhamos, se há uma coisa que supostamente existe mais que rua interrompida em Criciúma é advogado louco para emplacar uma açãozinha dano moralista.
A Globo (leia-se RBS) às vezes até se enrola no pressuposto. Outro dia o Mário Motta falou: “Conselhos Tutelares da capital serão fechados por causa de irregularidades supostamente apontadas pelo Ministério Público do Estado.”
Sacaram o lance? O MP apontou de fato, as irregularidades é que são supostas.
Mas é isso. Se serve pra TV, pra blog é um achado, por supuesto. Agora é só achar alguém pra denunciar.
Fernanda Maia, 23 anos, professora de Educação Física e gandula do Botafogo nas horas vagas, é aquela que arrombou no clássico Bota x Vasco. Teve uma importante participação em um gol do Bota quando devolveu uma bola para Maicossuel cobrar um lateral com uma rapidez impressionante.
Já tem ensaio sensual da guria.
Supostamente Carolina Dieckmann. Fotos internalizadas.
fonte: Yahoo fotos publicadas no site Superperolas
Deu no JM. O Putz fez ampla pesquisa e 100% dos dois entrevistados (mais a Mócra – 150% então) não sabem o endereço da Vitório. Ainda bem que tem a foto… que não ajudou nada.
É o fim. A notícia tem que cumprir sua obrigação sócioinformatológica transcendental, tendo por base que o que se lê é exatamente o oposto do breu, em outras palavras, dizer a que veio.
E olha que não é difícil. Veja abaixo o resultado quando é usada nossa putztecnologia facilitadora (e transcendental):
Tem uma lista correndo aí com os 10 mais chatos da internet. Como diz João Paulo Messer, gente que só repassa porcaria, coisas que não contribuem em nada nem pra eles próprios.
Pânico no Putz. Mesa quadrada e sugestão: descobrir se o Putz é citado.
Como se sabe, nossas mesas quadradas se dão no Redondo. Naquele ambiente devassável, os problemas evoluem em proporção inversa aos ml de qualquer coisa que se toma (e a gente vive tomando).
E logo veio a pá de cevada que debelou a última gota de dúvida. A Mócra disse:
-- Mas a lista é só de quem só reproduz coisas inúteis???
Putzcri-la!!! É mesmo. Que alívio, tamos fora. Com aquela humildade de sempre, podemos afirmar sem medo de acertar que o Putz é um poço com fundo de cultura. Se tirar as utilidades é aquela água.
Ah, Seu Putz, como você é chato!! Li o post Educação e os (podres) Poderes. O povo não gosta de saber dessas coisas não! Só de novelas, BBB's, futebol, mulher pelada e funk. Por isso eles se acabam pra terminar o ensino médio no CEJA pra pegar uma vaguinha no Hipermercado da região. Pra depois de um dia cheio de trabalho chegar em casa e assistir a novela, depois o BBB ou futebol, aquele programa de domingo que aparece mulheres semi-nuas e depois curtir um Funk no som super equipado do carro, e de preferência bem alto pra toda a vizinhança curtir também.
Ass.: Raquelzinha, a revoltada da cidade